Pequenas drágeas sobre dois grandes jogos raros
X


X


Quase 100 mil tricolores, cariocas e gaúchos, dominarão seus estádios nesta quarta à noite.

Alguns alvinegros praianos paulistas e poucos alvinegros com detalhes verdes praianos catarinos conseguirão ver os jogos nos campos.

Schiavi, do Grêmio, fez gol contra o Santos na final da Libertadores de 2003.

No Figueira, Victor Simões, meio reserva meio titular mas sempre artilheiro, e o goleiro Wilson já envergaram a camisa do Flamengo, eterno rival tricolor.

Enquanto na Libertadores, ambos lutam pelo tri, na Copa do Brasil, ambos lutam pelo primeiro título.

O Fluminense pode espantar seus traumas passados com uma desculpa. Na primeira vez que foi vice, o jogo carioca da final não foi no Maracanã, foi em Laranjeiras. Na segunda vez também, só que o último jogo foi em São Januário.

Tal como o Grêmio quer tripudiar o Colorado em caso de conquista do torneio e o Santos idem com o São Paulo, o Figueirense deseja muito a Copa do Brasil porque o Criciúma já tem uma.

Carlos Alberto foi campeão mundial pelo Porto sem estar numa fase excelente, no Corinthians levantou o caneco do Brasileirão ficando vários jogos na reserva e no Flu também não tem jogado o que sabe. Estrela?

Cícero, do Flu, fez excelente Brasileirão pelo Figueirense no ano passado. No segundo jogo, vai aproveitar que conhece bem o Orlando Scarpelli ou vai amarelar com as vaias da torcida?

Os gremistas se inspiram no Boca.

Os tricolores se inspiram no River.

O frio vai ser de rachar no Olímpico.

O Maracanã não deve exigir mangas compridas.